8 de Junho de 2009

Nada me deixa mais desconcertada que ouvir a frase "você é bonita". E não falo de cantada não. Pode vir de criança, velho, mulher ou homem. Mas é ouvir as três palavrinhas que toda a minha segurança de beleza mediana vai por água abaixo. Passo a calcular cada movimento. Evito bocejar, mastigar e até sorrir, com receio de ficar estranha e fazer com que a pessoa repense o elogio.
Ser bonita é, sem dúvida, uma dessas responsabilidades que só combinam com gostosas e modelos. Nessas horas sou é
como a mulher insegura de 100 quilos que operou o estômago e hoje, com 54, continua a mesma.

29 de Maio de 2009

Eu devia postar mais e trabalhar menos, mas é que não dá. Estou numa dessas fases boas que as ideias chegam facinho e não fico duvidando do meu talento. Melhor aproveitar. Mas tem sim um post quentinho vindo por aí. E acabou a sessão de cinema. Agora é realidade.

11 de Maio de 2009

Vômito amarelo


Naquele sábado Lorelaine já se preparava para dormir quando sentiu um súbito e estranho mal estar. Com enjoo e uma forte dor abdominal, ela pega o primeiro táxi que vê e corre para o hospital em busca de algo que a faça se sentir melhor. Mas o que não sabia é que o pior ainda estava por vir. Em um forte esguicho de vômito, Lorelaine libera uma monstruosa criatura que espalhará terror e morte pela cidade. Novo clássico do trash movie, baseado em fatos reais.

29 de Abril de 2009

Louca direção
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Todos guardam um segredo. O de Marilou é conversar sozinha enquanto dirige. Quando seu segredo é descoberto e ela é internada pela própria família em um hospício, descobre outros pacientes com a mesma mania. Agora, ao lado de seus novos amigos e de um simpático advogado negro, ela vai tentar reconquistar sua tão sonhada liberdade e mostrar que na verdade, não estava falando só, estava cantando. Do mesmo diretor de O Impostor de Renda, um drama que vai mudar seu jeito de ver as pessoas estranhas. Filme baseado em fatos reais.

23 de Abril de 2009

O impostor de renda
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A publicitária Mary leva uma vida feliz e tranquila, até que uma ligação de sua antiga agência pedindo para que pegue sua cédula “C” muda o rumo de sua história e a envolve em um jogo de informações desencontradas, sustos e muitas dúvidas. Com a ajuda da sua mãe, do namorado e do seu cachorro de estimação com poderes especiais, Mary viverá então uma alucinante corrida contra o tempo, tendo apenas 5 dias para declarar o Imposto de Renda, livrar-se da malha fina e garantir o resgate de sua fortuna retida. Mas o que ela não espera é que um contador cheio de más intenções vai fazer de tudo para que a empreitada não tenha um final feliz. Filme premiado no Festival Moondance e ganhador do Leão de Cobre. Um alucinante thriller de ação baseado em fatos reais.

Soon











Excepcionalmente, os posts aqui veiculados serão escritos na forma de enredo de filme de ação, suspense, comédia romântica e aventura e todos serão baseados em fatos reais (afinal, essa é a moda, né?). A ideia é homenagear essa arte que todos nós amamos e trazer os antigos leitores para este blog abandonado. Quer fazer uma blogueira feliz? Então, pega a pipoca e senta aí.

16 de Março de 2009

Alô! Ou ou ou ou ou

Ei! Ei ei ei ei ei ei ei

Alguém? Éim éim éim éim

24 de Fevereiro de 2009


Já decidi o que vou fazer quando me aposentar, vou arrumar uma vaga aqui no Crocodilo Safari Zoo. Um espaço ainda mal divulgado, é bem verdade, mas que dá de mil no Emílio Goeldi. Pode não ter a mesma variedade de espécies animais, mas rola um respeito maior pelo habitat natural deles. A maioria dos viveiros é grande, alguns enormes. O dos jacarés, por exemplo, é um verdadeiro pântano. O contato com os animais também é maior e pudemos ver um jacaré de 4 metros bem pertinho. A parte mais legal, no entanto, é que muitos animais do Zoo estão lá só passando um tempo. Alguns são animais apreendidos em contrabando ou que sofreram maus tratos e estão se recuperando pra voltar à natureza. Bonito, não? O caminho até lá e mais detalhes, tudo aqui. x









































































7 de Fevereiro de 2009

A última vez que apareci por aqui, ideia ainda tinha acento. Pra você ver como o primeiro mês em um emprego pode tirar seu tempo. Inclusive o tempo livre.
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Mas agora que a coisa tranquilizou deu pra voltar, bater ponto, ler os comments novos e, a melhor parte, navegar por todos os links que guardo aqui como forma de eternizar boas leituras e manter "por perto" pessoas especiais.
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Alguns são meros desconhecidos de quem, mesmo assim, conheço desde as pequenas falhas até os grandes dramas. A
Cristina, por exemplo, perdeu o marido quando estava grávida de Francisco, seu primeiro filho. E por mais que eu não curta blogs “diarinhos”, lembrei ontem que adoro o da Cris (assim mesmo, na maior intimidade).
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Mas ela não é a única. Cada blog aqui foi escolhido a dedo por me causar sempre uma surpresa boa. Tem os links feministas, os machistas (pra contrabalancear), os internéticos, os cínicos, os de bom humor, os de mau humor, os de mulherzinha e até blog deprê.
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Olhar um desencadeia o processo instigante de olhar os demais. Como quem pede todos os pratos do restaurante porque o cardápio inteiro é bom.

E eu começo logo a pensar em todas essas pessoas digitando e digitando no cotidiano de suas casas. Souvenirs na mesa do computador, adesivos de bichinhos do lado da tela, cachorro com o rabo a chicotear levemente a perna. Gente que escapa de seus dias comuns e se transfere para tela virando boa literatura, bom conteúdo. Coisa rara (raríssima) na internet.

31 de Dezembro de 2008

Meu nome é falso. Meu cabelo é falso. Minha bolsa é de couro falso. Minha carteira é falsa. Meu colar é de pérolas falsas. Meu MP3 é falsificado. Até minha digital do Mercado Livre corre sério risco de ser falsa. E mesmo assim, cercada de mentirinhas, decidi ser totalmente verdadeira.

Quem me conhece sabe que eu falo mesmo. Falo tudo. Anteontem, por exemplo, quando meu chefe perguntou se eu estava triste por sair da empresa eu não poupei meu sonoro “Não”. Claro que não era exatamente o que ele esperava ouvir. Mas eu não posso fazer nada. Me acostumei com essa coisa de mudanças e, pra dizer a verdade, tô louca pra saber o que me espera.

Se tudo der certo vou criar muitas coisas bonitas e diferentes, ganhar muito dinheiro, fazer um curso bacana em Sampa pra desenferrujar um pouco.

Se tudo der certo também saio de casa esse ano e passo a viver os meus problemas e não mais os de todo mundo. Porque tem uma hora que bancar a madre Tereza dá mesmo é no saco.

Se tudo der certo eu vou ter certeza de que eu sou melhor, muito melhor do que meu analista. Tá, ele bem que tentou. O problema é que eu sou cabeça dura demais pra acreditar em tudo que ele me disse repetidas vezes. E quer saber, nem gosto mais de analistas.

Então, que a comilança acabe e apaguem-se os fogos no céu. Quero mais é que 2009 comece logo. E como o assunto todo veio dessa coisa de
verdades, é bom registrar que prometo ser um pouquinho mais verdadeira comigo também - meus desejos, necessidades, vontades. Mas claro que essa mudança não precisa esperar a meia-noite.
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Nota:
Amigo é a coisa mais esquisita do mundo. Porque o trabalho te separa dele, o casamento te separa dele, os filhos te separam dele, viagens te separam deles e, quando você vê, lá estão vocês de novo, juntos e conversando sem distância alguma.
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Um abraço a todos os amigos que encontrei esses dias. Vocês são mesmo uns tchutchucos. =)

26 de Dezembro de 2008


Homem adora dizer que bebe todas. É quase uma vaidade para eles contar as experiências etílicas do fim de semana. Algo equivalente a uma mulher dizer que "limpou" uma liquidação de sapatos.

Por falar nisso, hoje no jornal da manhã uma das matérias mostrava um bloco chamado Império Romano. Um tal bloco de carnaval (?!) que sai dia de Natal desde a década de 70, mas que eu nunca ouvi falar. Basicamente homens enrolados em lençóis brancos, andando atrás de um trio elétrico menor que meu carro. Nas mãos, os onipresentes copos de cerveja. E cada vez que a câmera focalizava um grupinho de infelizes, eles erguiam o copo em um movimento que fazia lembrar o gesto de orgulho de um atleta carregando uma taça olímpica.

Mais uma daquelas coisas que nenhuma mulher minimamente evoluída é capaz de entender. Cerveja fede, não é chique, engorda, faz mal pro fígado, dá um bafo terrível, não atrai loiras bonitas como nos comerciais...então por que diabos homens têm tanto orgulho de beber (e mostrar que bebem) cerveja?

Como sei que nenhum deles irá me responder de forma convincente, aposto em uma hipótese: deve ter algo a ver com o fato de cerveja ser muito, mas muito ruim. Isso mesmo. O macho atual parece estar sempre tentando provar sua masculinidade e, talvez em sua cabecinha viajante, só homens de verdade sejam capazes de aturar aquele gosto. É algo como "bebo, logo sou macho".

Mas aí não basta saber. É preciso mostrar, falar, exalar cerveja. É preciso dizer que bebeu até cair, que foi uma grade inteira, que foi Skol e não Cerpa.
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É preciso, é preciso!
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Será? Ainda prefiro os que não bebem ou apenas bebem porque acham gostosa*.

* Eles dizem.

23 de Dezembro de 2008


A presença de tantos tios, primos, genros e cunhadas sob o mesmo teto faz do Natal uma ocasião quase sempre desastrosa.

Por isso, aqui vai a dica: pra ser feliz no próximo dia 25, bote fé mesmo é nos petiscos. Se não ganhar o gadget que tanto queria, afogue-se na torta alemã. Se o papo com aquele tio canastrão não engatar, agarre-se aos canapés. Se o namorado resolver deixar você nessa fria e passar o Merry Christmas bebendo todas e mais algumas com os bródi, lembre-se que também há um peru bem suculento em cima da mesa.

Pois bem...felicidades gastronômicas a todos. E um feliz Natal, se possível!

11 de Dezembro de 2008


Não acho que comerciais de perfume importado sejam os mais criativos. Sempre cheios de sussurros e celebridades, no final das contas, me parecem todos iguais.

Na publicidade dizemos que é o tipo de comercial que tem mais produção que idéia. Pois é a produção impecável que seduz e te faz querer tanto aquele perfume em forma de maçã que você nunca cheirou.
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Tá, confesso, estou na fase Sack’s. Vejo todos, quero todos, aceito de presente.

É uma paixão recente e cara, muito cara. Acho que é por isso que só adultos se apaixonam por perfumes. Só nessa fase da vida dá pra comprar. Além disso, adultos se identificam mais com ideais de glamour e, já que não é possível viver esse glamour em todos os momentos do dia, resta vivenciar tal experiência através de algumas gotinhas.

24 de Novembro de 2008

Sempre achei que mulher bonita não devia reclamar da vida. Entenda que me refiro a gente REALMENTE bonita: sem nenhuma espinha, uma gota a mais de gordura no corpo e nenhum fio do cabelo fora do lugar. Aquelas poucas mulheres que ficam maravilhosas mesmo com aquele shampoo que a gente enche a boca pra dizer que não presta.

Entenda também que não tenho raiva de mulher bonita. Tenho raiva de mulher bonita que finge que é feia e solta pérolas do tipo “Não gosto da minha bunda. Ela é muito grande” ou “Odeio meu cabelo. É muito liso, loiro e comprido”.

E quem ainda agüenta a top da vez reclamando em entrevista que lhe inventavam apelidos na infância por ser alta e magra demais?

O pior é que no fundo você sabe que ela sabe que aquilo não é exatamente um defeito. E você sabe que ela sabe que defeito mesmo é olheira, culote, ruga, celulite, dente separado, dente amarelo, estria, barriga grande, frizz, sinal cabeludo e queixo duplo.

Mas sei lá, deve fazer parte do charminho, da falsa ingenuidade. Coisa de gente muito muito muito bonita. Não entendo.
Sou nº8.

5 de Novembro de 2008

Sempre morri de medo de fazer 30. Medo não, pavor. Quando eu fiz 25, então, a angústia só aumentou. Tinha dias que eu acordava apavorada pensando ter chegado meu aniversário de três décadas e, só sossegava, quando tinha certeza de que estava sã e salva deste "mal".

Acontece que depois dos 26 a corredeira rapidamente te leva até lá. Os 27 e 28 quase não existem de tão avassaladoramente rápidos e, um belo dia, você acorda com 29. Você está, certamente, em um “corredor da morte” do qual não pode escapar.

Ou pode.

É que algumas mulheres descobrem a tempo que existem trintonas e trintonas e que, ambas, estão separadas por uma nada tênue linha chamada vaidade.

As bobas encaram de vez o papel da tiazona loser. Esquecem o que é salão de beleza, se iludem que creme anti-rugas só deve ser usado aos 40 e, depois que casam, passam a achar dietas totalmente dispensáveis.

Já do outro lado estão as moçoilas que decidiram que era hora de virar diva. Mulheres que, depois dos indispensáveis atropelos estéticos dos 20 anos, se valem do fato de já saber que roupa, cabelo, unha, sobrancelha e até que homem lhe cai bem.

Como uma boa imagem fala mais que mil palavras, ilustro o post com bons exemplos de balzacas (ou quase) que deram certo.


Dani Suzuki, 31.








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Fabíula Nascimento, 29.










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Kate Hudson, 29.











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Irmãs Débora e Cynthia Falabella, 29 e 36.








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Carolina Dieckman, 30.











Camila Pitanga, 31.








17 de Outubro de 2008


Não acredite nos comerciais de previdência que mostram velhinhos felizes correndo na chuva. Confie menos ainda naqueles das financeiras onde senhorinhas de setenta anos sorriem e dizem que a terceira idade é a melhor fase da vida. É tudo muito bonito de se ver e, principalmente, é no que todo mundo quer acreditar. Mas a verdade é que a vida não é o filme Cocoon e ninguém gosta de ser velho.

Posso estar um pouco longe da fase das bengalas e dentaduras - espero, aliás, nem ter que usá-las -, mas eu convivo com gente velha dia e noite e é o laboratório que preciso pra afirmar que quero morrer antes dos 60.

Pra começar, rugas não são sinal de experiência. São só a prova de que você franziu demais seu rosto, pegou sol demais e perdeu muito, mas muito colágeno. Quem as tem, quer mesmo é deixá-las na lixeira de algum cirurgião plástico.

Aí você deve estar pensando: mas e toda a vivência, não conta? Bem, me diga de que adianta tanta experiência se a vista, a fala e a audição falham fazendo a comunicação tão difícil, tão lenta e tão dolorosa. De que adianta o espírito jovem se a artrose ataca, a coluna enverga e o equilíbrio some?

A velhice só é bacana mesmo nos textos de Power Point que os amigos malas insistem em mandar pra gente. Minha avó passa o dia sentada no sofá da sala sentindo falta do tempo que andava, namorava e dava aulas. Meu avô, em seu segundo marca-passo, pensa que tem 20 anos e agora resolveu aprontar por aí, numa espécie de despedida das delícias.

A terceira idade é a última e não deve ser fácil lembrar disso todo dia. Essa é a realidade que nenhum comercial bonitinho mostra. Por isso, se eu posso te dar uma dica, é essa: beije seu velhinho hoje, converse com ele. Faça-o esquecer por alguns minutos que existe um fim da linha. Não seja um desses jovens idiotas e egoístas que não podem perder um segundo do seu tempo.

27 de Agosto de 2008



Entre as muitas coisas irritantes que um ser humano é capaz de fazer, tem uma que me faz realmente perder a paciência. É quando a pessoa podia (e devia) te dizer algo na cara, mas prefere te “proteger” do pior.

Ok, guardar a opinião pra si é um direito. Mas o problema é que a tal pessoinha geralmente conta pra mundo, menos pra você. Aí a opinião deixa de ser mera opinião e vira um complozinho barato que uma hora vaza e chega aos seus ouvidos, fazendo-o se sentir um verdadeiro idiota.

Porque, convenhamos, saber das coisas por terceiros é sempre uma bosta.

Perco até as contas de quantas vezes aconteceu comigo, mas sei que foi assim que descobri sobre um trabalho que não tinha agradado o chefe, que um ex me achava meio nerd e até que um amigo desconfiava que eu dançava mal (!?).

Pois cem vezes a mágoa à ignorância. Mil vezes um tapa na cara a um tapinha nas costas. Não nasci pra correr à boca miúda e muito menos pra chegar numa sala e ver o tom da conversa baixar ou a discussão empolgante cessar aos poucos com frases de despiste como “Pois é”, “É isso mesmo”, seguidas de silêncio sepulcral.

Não gosto dos olhares cúmplices a se comunicarem escondendo a verdade. Malditos, malditos sejam os covardes que não assumem suas opiniões e que omitem a crítica da única pessoa que merecia ouvi-la.

7 de Agosto de 2008

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Como não sou de enrolar, vou logo ao assunto: hoje vamos falar de sexo.
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Mas não me refiro àquele sexo qualquer, que as pessoas fazem pra se livrar do estresse de um dia de trabalho ou pra “bater ponto”. Aquele mero encontro entre as partes íntimas de duas pessoas.
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Não, não, falo de outro tipo de sexo. Que nem precisa ser exatamente romântico, afinal, se existe romantismo antes e depois, na hora ele pode dar lugar a outra coisa bem mais interessante. Porque sexo, convenhamos, é muito mais loucura que “eu te amo”. E bom mesmo é quando não tem hora, local, nem dia certos pra rolar.

Por isso quero introduzir o assunto (sim, falei com maldade) com essa história de existir um dia DO SEXO. Claro que isso deve ser invenção de algum cara bem sem graça que resolveu decretar oficialidade ao único dia que pegou alguma mulher na vida sem ter que pagar.

Ora, ora, não há um dia especial pra comemorar. Dia do sexo mesmo é todo dia que você faz de um jeito que vale a pena. Que simplesmente acontece e, quando você vê, já não vê mais nada.

Sabe? (Claro que você sabe). É aquele dia em que você geme como se não houvesse vizinhança, fala os piores palavrões, diz aquelas sacanagens que deixariam de cabelo em pé até as mais rodadas meretrizes e, enquanto rola, esquece o barulho da Tv, as buzinas que berram lá fora e o tanto de trabalho que tem pra você no dia seguinte. Hein? T
rabalho? Que isso?
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Viu? Falo desse sexo, que faz o corpo parecer realmente vivo e que a gente lembra sozinha depois com um sorrisinho no rosto.
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Sexo bom de falar e melhor ainda de fazer.

15 de Julho de 2008

Há um post logo atrás da nuvem.

25 de Junho de 2008

O dia 12 já passou há um tempinho, mas quem disse que eu preciso de datas pra falar de amor? Acho que a parte mais legal é mesmo o day by day. Afinal é ele que dá o xeque-mate da relação e coloca o romance lá pra cima ou pra debaixo do tapete.

Mas este post bobo de menina adolescente de 29 anos não é sobre nós dois, porque se tem alguém que fez tudo pra dar errado, esse alguém sou eu. Com brigas, crises, loucuras, desistências e com tantas e tantas sugestões descabidas de “dar um tempo”. Acho mesmo que a melhor forma de falar de amor é falar dele.

E o Rodrigo que merece as minhas melhores palavras não é só aquele do início de namoro não, falo do Rodrigo da semana passada, de ontem, de hoje a tarde. Falo do strogonoff (semi-pronto, é bem verdade) que ele fez dia desses pra gente comer junto. Falo do cuidado com cada palavra, dos doces que ele compra pra gente, do "oê" animado que muda o clima de qualquer lugar. Do carinho que ele tem comigo e que já fez algumas pessoas repensarem seus próprios relacionamentos por não serem iguais. Falo do olhar doce e do coração grande.
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Ele realmente merece tudo e, se eu pudesse, faria um nevasca cair sobre a casa do meu amor, só pra ver seu rostinho ainda mais feliz.