Entre as muitas coisas irritantes que um ser humano é capaz de fazer, tem uma que me faz realmente perder a paciência. É quando a pessoa podia (e devia) te dizer algo na cara, mas prefere te “proteger” do pior.
Ok, guardar a opinião pra si é um direito. Mas o problema é que a tal pessoinha geralmente conta pra mundo, menos pra você. Aí a opinião deixa de ser mera opinião e vira um complozinho barato que uma hora vaza e chega aos seus ouvidos, fazendo-o se sentir um verdadeiro idiota.
Porque, convenhamos, saber das coisas por terceiros é sempre uma bosta.
Perco até as contas de quantas vezes aconteceu comigo, mas sei que foi assim que descobri sobre um trabalho que não tinha agradado o chefe, que um ex me achava meio nerd e até que um amigo desconfiava que eu dançava mal (!?).
Pois cem vezes a mágoa à ignorância. Mil vezes um tapa na cara a um tapinha nas costas. Não nasci pra correr à boca miúda e muito menos pra chegar numa sala e ver o tom da conversa baixar ou a discussão empolgante cessar aos poucos com frases de despiste como “Pois é”, “É isso mesmo”, seguidas de silêncio sepulcral.
Não gosto dos olhares cúmplices a se comunicarem escondendo a verdade. Malditos, malditos sejam os covardes que não assumem suas opiniões e que omitem a crítica da única pessoa que merecia ouvi-la.
Ok, guardar a opinião pra si é um direito. Mas o problema é que a tal pessoinha geralmente conta pra mundo, menos pra você. Aí a opinião deixa de ser mera opinião e vira um complozinho barato que uma hora vaza e chega aos seus ouvidos, fazendo-o se sentir um verdadeiro idiota.
Porque, convenhamos, saber das coisas por terceiros é sempre uma bosta.
Perco até as contas de quantas vezes aconteceu comigo, mas sei que foi assim que descobri sobre um trabalho que não tinha agradado o chefe, que um ex me achava meio nerd e até que um amigo desconfiava que eu dançava mal (!?).
Pois cem vezes a mágoa à ignorância. Mil vezes um tapa na cara a um tapinha nas costas. Não nasci pra correr à boca miúda e muito menos pra chegar numa sala e ver o tom da conversa baixar ou a discussão empolgante cessar aos poucos com frases de despiste como “Pois é”, “É isso mesmo”, seguidas de silêncio sepulcral.
Não gosto dos olhares cúmplices a se comunicarem escondendo a verdade. Malditos, malditos sejam os covardes que não assumem suas opiniões e que omitem a crítica da única pessoa que merecia ouvi-la.

6 comentários:
isso é algo que me incomoda bastante também no quesito profissional. tem chefe que prefere não falar nada do que conversar abertamente sobre o que não gostou para, inclusive, evoluir a idéia junto contigo. vou criar a camisa, "fala na minha cara, cara**! heh
e ainda tem gente que fala mal de mim porque eu falo tudo "na lata". :P Depois dessa viagem estou simplesmente evitando saber o que as pessoas falam de mim... Que falem... mas não me contem!!!!!!!!
oi querida... ñ somos um brechó... a peça está disponivel nesse endereço:
http://brechodonamaria.blogspot.com/2008/06/015-vestido-vinho-vintage.html
um beijo
má é mta sacanagem mesmo! concordo contigo!
É preferível ouvir na cara certas coisas construtivas (têm de ser construtivas, xingamento merece tapa!) e poder tomar consciência de coisas que não enxergávamos a continuar sendo alguém de olhos e ouvidos tapados. É complicado ouvir uma crítica ou ouvir "seu hamster morreu". falo isso porque minha mãe não poupa críticas, mas escondeu por 3 dias que minha hamster tinha morrido... Mas as duas coisas fazem-nos crescer! Ser poupado? Às vezes é necessário. Mas, às vezes a verdade crua é bem melhor.
http://jardimdainsanidade.wordpress.com
Obrigada! E já estás adicionada há muito tempo.
http://jardimdainsanidade.wordpress.com
Postar um comentário