Parece que todos nós aprendemos, ao crescer, a nunca mais falar sobre determinados assuntos. Morte é um deles.
Não que eu ache o tema simples ou agradável, mas não entendo porque trocar de assunto, fechar a cara e usar tantos eufemismos quando se trata de morte. Basta eu falar na possibilidade remota do óbito e lá vem a frase “Não fala besteira, menina”.
Tem ainda quem a chame "carinhosamente" de “qualquer coisa”.
Não que eu ache o tema simples ou agradável, mas não entendo porque trocar de assunto, fechar a cara e usar tantos eufemismos quando se trata de morte. Basta eu falar na possibilidade remota do óbito e lá vem a frase “Não fala besteira, menina”.
Tem ainda quem a chame "carinhosamente" de “qualquer coisa”.
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A sua bisavó tá mal, lá vem a frase “Qualquer coisa me liga”. O seu tio tá nas últimas, “Qualquer coisa estamos por aqui”. O cachorro tá revirando os olhos e babando verde, “Qualquer coisa a gente enterra no quintal”.
Longe de ser "qualquer coisa", a morte é fato, é fim (ou começo?) e tem que ser encarada como tal. Não somos adultos pra tanta coisa, por que não pra conversar sobre o inevitável e inadiável?
Nessa fuga eterna do falar, pensar e refletir só ficamos mais próximos do sofrimento.
Longe de ser "qualquer coisa", a morte é fato, é fim (ou começo?) e tem que ser encarada como tal. Não somos adultos pra tanta coisa, por que não pra conversar sobre o inevitável e inadiável?
Nessa fuga eterna do falar, pensar e refletir só ficamos mais próximos do sofrimento.
1 comentários:
olá minha linda!
Adorei seu blog1 parabens!
Visite o blog do atelier com vestido;
www.comvestido.blogspot.com
bjs
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